Estamos
vivendo um momento em que a busca pela felicidade
está cada vez mais acentuada. A idéia
seduz como nunca. Sentimo-nos cada vez mais merecedores
do bem - estar que ela proporciona.
As empresas, em contrapartida,
estão tendo que se adaptar a essa nova exigência.
Afinal, as pessoas são a alma e o sentido
de tudo, e isso é motivo suficiente para
as organizações se alertarem com o
fato de serem, ou não, um local feliz.
Todos queremos trabalhar
em empresas felizes, nas quais possamos nos realizar,
sentir-nos importantes, úteis, valorizados
e leves. Esse é o desejo maior.
Por isso, a pergunta que
não poderá mais faltar em todas as
organizações é:
A
NOSSA EMPRESA É FELIZ?
Para
respondermos a este questionamento, necessitamos
ficar atentos a alguns sinais. São os Sinais
de Alerta:
1.
Sensação de tristeza no ambiente:
É quando o ambiente é pesado e sombrio.
Quem está dentro da empresa já nem
percebe mais, acostumou-se. Já quem chega,
sente o desconforto;
2. Autodesvalorização: A linguagem
vigente entre os colaboradores é negativa.
Costuma-se usar expressões como: Isso não
vai dar certo, não vai levar a nada, etc...
3. Idéias de fracasso: O inconsciente
coletivo, formado por colaboradores nada felizes,
já declarou o suicídio da empresa;
4. Diminuição da capacidade de
oferecer prazer: É a sensação
de que o tempo não passa e que o trabalho
é um pesadelo necessário devido à
remuneração.
5. Prazos desrespeitados: Uma onda de atrasos
assola as equipes nos mais diversos setores;
6. A criatividade nas justificativas: É
momento da alucinação convincente.
Quem justifica, o faz, enganando a si mesmo e aos
outros;
7. Foco desviado: Horas trabalhadas de forma
produtiva se transformam em minutos. Pensamentos
distantes e desencontrados se transformam em horas;
8. Desmotivação Generalizada:
Todos sabem que algo não está bem,
mas estranhamente, tudo fica assim mesmo;
9. Redução da capacidade Profissional:
Auto-estima individual em declínio pela dificuldade
de concentração e lentidão
na tomada de decisões. Tudo isso afetando
o coletivo. Aumento da sensação de
tristeza, sentimento de culpa e fadiga. O resultado
é a perda de energia individual e coletiva;
Bem, enumeramos alguns sinais
manifestados no ambiente geral da empresa, que demonstram
que a felicidade está em crise. Esses fatores
poderão afetar, seriamente, a saúde
de toda a organização.
Portanto, é hora
de fazer um estudo e verificar onde e como agir.
Afinal, liderar uma empresa, muitas vezes, exige
que sejamos um pouco rochas, pois, elas a tudo resistem
e não ondas, pois, elas a tudo destroem.
Um líder deverá agir de maneira a
encorajar a si mesmo e aqueles que são importantes
no processo, no sentido de expressarem o melhor,
especialmente quando as circunstâncias justificarem
o contrário. O espaço para um crescimento
livre e encorajador é muito importante.
Eis então o momento
de introduzir algumas pílulas de felicidade.
Aí vão algumas:
1.
Investir e facilitar a comunicação
interna;
2. Dar autonomia às pessoas;
3. Valorizar o quadro de pessoal;
4. Implantar modelos de gestão que permitam
conhecer, cada vez melhor, o público interno,
descobrindo também o que fazem e o que querem;
5. Reconhecer que estamos na era do SER. Esta era
exige estratégias afinadas com os novos valores;
6. Permitir às pessoas que trabalham na empresa
liberarem sua essência, aspecto que até
pouco tempo era renegado no ambiente profissional;
7. Oferecer programas de melhorias e crescimento
pessoal e profissional.
Enfim,
inúmeras são as ações
que, se implantadas, sugerem a melhoria em todo
ambiente de trabalho. A base de tudo é
o foco na essência humana. Lembremos sempre
que o ser humano continua sendo a medida de todas
as coisas e, por esse motivo, é fundamental
caminhar em direção a ele, oferecendo,
em doses generosas tudo que pode se transformar
em bem estar e, finalmente, em FELICIDADE!
Quem agradecerá,
com certeza, será a empresa que, como organização,
seguirá firme e motivada pelos caminhos dos
negócios.